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Posts Etiquetados ‘ciência da informação’

[PG&C] Publicação de número especial sobre Arquitetura da Informação

24 de outubro de 2011 Deixe um comentário

PessoALL, estou divulgando a mensagem que recebi

Prezados(as),

Perspectivas em Gestão & Conhecimento (PG&C) acaba de publicar seu número
especial dedicado à temática Arquitetura da Informação.

URL: http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/issue/current

Convidamos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e itens
de interesse.

Agradecemos, desde já, pela atenção e colaboração na divulgação
desta mensagem.

Os Editores
Jorge de Oliveira Gomes e Luciana Ferreira da Costa
Perspectivas em Gestão & Conhecimento (PG&C)
Universidade Federal da Paraíba
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Precisando de férias

11 de outubro de 2011 Deixe um comentário


Ser Arquiteto de Informação (Bibliotecário) e Mestrando em Ciência da Informação não é fácil, estou precisando de férias… Mas justamente para ajustar os trabalhos e a pesquisa, ler outros materiais, isso é meio louco, não?!

Da academia para as prateleiras de livros (de ficção)

30 de setembro de 2011 Deixe um comentário

Por Andréia Martins

Mayara de Araújo autora do livro Histórias de Beco
A barreira entre a produção acadêmica e a narrativa literária sempre foi grande. O primeiro a desafiar o “tradicionalismo” e a formalidade exigidos nos trabalhos acadêmicos foi o escritor Esdras do Nascimento, que, nos anos 70, defendeu aquele que é conhecido como o primeiro romance-tese da literatura brasileira, o livro Variante Gotemburgo, sobre como construir um romance.

 

 De lá para cá, o caminho aberto por Nascimento vem ganhando cada vez mais adeptos, tendo como base os trabalhos de graduação, dissertações de mestrado e até teses de doutorado.

 

 Tatiana Salem Levy seguiu esse caminho para estrear como escritora. A partir da tese de doutorado em Estudos de Literatura na UFRJ, ela lançou, em 2007, o livro A Chave de Casa (Record), que lhe rendeu, um ano depois, o prêmio São Paulo de Literatura, na categoria autor estreante.

 

 A ideia do romance surgiu com as histórias que Tatiana ouvia da família, como a de um tio-avô que foi expulso da Turquia e foi para Portugal levando a chave de casa que tinha passado de geração em geração. Em entrevistas, Tatiana destacou o lado positivo de a universidade estar mais aberta ao experimentalismo.

 

 No caso de Julián Fuks, jornalista formado pela USP, transformar trabalho acadêmico em uma obra de ficção foi um verdadeiro dilema. Seu livro, Histórias de Literatura e Cegueira (Record), narra em crônicas o final da vida de três escritores clássicos que perderam a visão: Jorge Luis Borges, João Cabral de Melo Neto e James Joyce.

 

 Na hora de propor o projeto, como estava muito dividido entre a literatura e o jornalismo, Fuks pensou em um tema e um formato que pudessem unir ambos. Difícil foi convencer um orientador da ideia.

 

 “Essa foi a grande batalha do trabalho. Embora haja uma liberdade na linguagem no jornalismo, acabei rompendo com o primeiro orientador, pois ele achava que o livro deveria ser uma análise da obra dos três autores, e minha proposta era criar uma narrativa, misturando meus textos com o dos autores”, diz Fuks.

 

 O trabalho foi feito quase que inteiramente só por ele, até que, um mês antes de defender o trabalho, conseguiu um orientador. Era 2004, três anos depois ele veria o livro na prateleira, colecionando boas críticas e chegando a finalista do prêmio Jabuti. Em 2007, mostrou o livro para Luciana Villas-Boas [diretora editorial da Record] e conseguiu publicá-lo.

 

 Agora, curiosamente, Fuks prepara um novo livro que foi produzido paralelamente à sua tese de doutorado, que tem como tema a impossibilidade da narrativa e a morte do romance. “Dificilmente vou conseguir separar as duas coisas [a literatura dos trabalhos acadêmicos]”, diz ele rindo.

 

 

 

Escritora Adriana Lisboa

 

 A dobradinha tese-ficção também já rendeu dois livros para Adriana Lisboa. A escritora transformou tanto a sua dissertação de mestrado quanto a sua tese de doutorado, ambas defendidas na UERJ, em livros. A primeira serviu de material para o livro Um Beijo de Colombina (Rocco), e a segunda rendeuRakushisha (Rocco).

 

 Entre os mais recentes lançamentos que saíram das faculdades está o livro Histórias de Beco: quando a poeira assenta, entrevemos rostos, punhos e corações (Expressão), da jornalista e escritora Mayara de Araújo.

 

 O personagem central é o centro comercial de vendas ambulante em Fortaleza, mais conhecido como Beco da Poeira. O livro foi resultado do trabalho de graduação de Mayara pela Universidade Federal do Ceará (UFC), em 2009, e premiado pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação como o melhor livro-reportagem de 2010.

 

 “Pude fazer um livro já pronto para publicação, com liberdade”, conta Mayara, que já tinha um tema definido quando começou a ouvir notícias de que o Beco mudaria de lugar. “Pensei: quem vai contar essa história? Foi quando mudei de tema e decidi fazer o livro”.

 

 Misturando contos, crônicas e entrevistas, as histórias de beco narradas pela jornalista contam a história do local e dos protagonistas, acompanhadas de 30 ilustrações. Curiosamente, o livro sobre o antigo Beco teve boas vendas no novo Beco.

 

 “Quis usar diferentes linguagens do jornalismo nesse trabalho. Acho que, acima de tudo, é um trabalho de memória”, completa a jornalista. Depois do prêmio e do reconhecimento na região, o próximo passo de Mayara é tentar fazer com que o livro chegue a outras prateleiras do Brasil.

 

 

 

 

 

 

EBSCO: Information to inspiration

27 de abril de 2011 Deixe um comentário

A EBSCO Information Services, em parceria com os melhores editores do mundo como a IEEE – Institute of Electrical and Eletronics Egineers, Wiley-Blackwell, RSC – Royal Society of Chemistry, Springer, Stat!Ref, Sage, Cambridge University Press, oferece as melhores coleções de livros eletrônicos.

Os bibliotecários devem estar atentos para diversos suportes e aos benefícios para eles próprios e seus usuários.


Revista 3Mais destaca valorização do profissional de Biblioteconomia

14 de abril de 2011 Deixe um comentário

A Revista 3Mais do mês de abril já está no ar !  O tema deste mês é a ‘Valorização do Profissional de Biblioteconomia’.  Confira matéria sobre as oportunidades, desafios da profissão e valorização do profissional Bibliotecário.

> Veja também: Melissa e Post-it fazem parceria; Visita UFRJ na 3M;
> Vencedores da promoção do Dia do Bibliotecário e muito mais !

Link da revista: 3Mais

I FIGHT for the USERS!

23 de dezembro de 2010 Deixe um comentário

Imagem: Tron Legacy by Disney

Enfim, gosto de criar polêmicas e criticar. Sou mestrando em Ciência da Informação e vejo isso acontecer (comigo e com colegas): professores que querem seguir métodos arcaicos e pouco práticos. hehehe

Mas é um exercicio cientifico a critica e o questionamento. E por muitas vezes me questiono se o metodo cientifico cartesiano que aplicamos ainda é válido para o atual contexto em que vivemos.Tenho razões para crer que não. A ciencia precisa evoluir, e precisa ouvir aqueles que estao chegando agora e vivem nesse novo contexto.Vejo um certo preconceito da Ciência com certas publicações e fontes de informação.

Por exemplo já vi professores no programa de Pós me informando que eu não deveria utilizar a Wikipedia ou o Webinsider (do qual sou colunista) nos meus trabalhos como referencia. Como assim? Vivemos na Era das Redes Sociais, wiki, conteúdos colaborativos, softwares livres, e acesso livre a informações e ainda ouço comentários antiquados. A Ciência da Informação também estuda a Gestão do Conhecimento que preconiza os conhecimento tácitos e explicitos dos individuos. o Pierre Levy trata da Inteligência Coletiva, e ainda assim ouço professores renomados com essa mentalidade: de que pessoas e suas opinões não são importantes por que não se enquadram no “clubinho acadêmico”.

Sendo que nas Ciências Humanas e nas Sociais Aplicadas (como no caso da Ciência da Informação) o estudo de indivíduos é fundamental para o entendimento do objeto estudo. Para mim não há Ciência da Informação sem o usuário da informação, tudo o que é feito na área é para o usuário.

I FIGHT for the SMART SCIENCE! – Me

I FIGHT for the USER! – Tron

Documentação e Informação: padrões que não favorecem o consumo consciente

14 de dezembro de 2010 1 comentário

A aceitação do papel reciclado tem aumentado bastante, inclusive no mundo corporativo. Os conceitos de consumo sustentável e preservação do planeta têm norteado as práticas de muitas empresas e pessoas. Porém a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) ainda não atentou para essas questões. Segundo a NBR 14724:2005 Regras Gerais de Apresentação:

“Os textos devem ser apresentados em papel BRANCO, formato A4 (21cm X 29,7 cm) digitados ou datilografados no anverso das folhas (…)”

O que me incomoda, como se não bastasse a impressão em apenas um dos lados da folha, é o uso de papel branco não-reciclado incentivado por uma organização de grande importância na sociedade. A ABNT visa a melhoria de processos, barateamento de custos de produção, segurança e o compromisso com a qualidade.

Cada aluno de graduação produz dezenas de materiais para as disciplinas de cursa e com isso mais papel branco sendo utilizado. Quando chega a época de TCC vem-se as diversas revisões de projeto de pesquisa (cada revisão um novo documento), depois as parciais do TCC, e após a aprovação as três cópias do trabalho final que deverão ser entreguem na faculdade (juntamente com uma cópia em CD). Ou seja, mais consumo de papel, consumo de papel e igual a aumento da demanda por produção.

O uso do papel reciclado poupa as árvores do nosso planeta, e como Bibliotecário Documentalista, Arquiteto de Informação e Designer de Interação me sinto no compromisso ético-profissional de incentivar as pessoas a utilizarem amplamente o papel reciclado nas nossas atividades diárias.

Parece um contra-senso mas com a web passamos a imprimir muito mais conteúdo, mesmo com o amplo desenvolvimento de plataformas de eBooks e Readers ainda estamos muito ligados ao suporte e papel.

Em 4 anos de UFBA apenas um professor de uma única disciplina permitiu que o trabalho fosse entregue em papel reciclado, essa foi uma ação que me motivou a defender esse uso, eu recebo extratos do meu banco em papel reciclado, os documentos produzidos na agência em que trabalho são apresentados em papel reciclado e por que a resistência com apresentação trabalhos acadêmicos?

Originalmente publicado no Outro Lado

Relação de Bibliotecas Virtuais

12 de julho de 2010 Deixe um comentário

Socializando informação.

Pra quem se interessar, segue um link com a relação de bibliotecas virtuais
do Brasil todo:

http://www.cg.org.br/gt/gtbv/alfabetica.htm

Também segue o link de uma construção colaborativa de um portal de
informações sobre as Bibliotecas seus serviços, baseado em ferramentas
sociais da Internet:

http://www.rabci.org/bibliotecas/map/node

Semiótica aplicada a interface

Clique no link para visualizar: Semiótica aplicada a interface

Ensaio sobre a Metodologia

27 de junho de 2010 Deixe um comentário

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
INSTITUTO DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
DISCIPLINA: ICI-516 METODOLOGIA DA PESQUISA EM INFORMAÇÃO
PROF. : DR. RUBENS RIBEIRO GONÇALVES DA SILVA
ALUNO: RAFAEL DE BARROS MARINHO

ENSAIO SOBRE A METODOLOGIA

Algo que aprendi durante as aulas de Metodologia na graduação foi em ver a Informação como um processo, e isso se tornou mais forte agora no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI). Processo, pois, até mesmo se adotarmos a noção (discurso ideológico) de processo como sendo uma sucessão de fatos, ou se adotarmos o modelo conceitual (discurso científico) de algumas correntes:

DADO > INFORMAÇÃO > CONHECIMENTO > SABER

A Informação não parece como um produto do Dado, nem o Conhecimento com produto da Informação e o Saber como o produto do Conhecimento. Vemos uma série de transformações que ocorrem de uma passagem para outra mesmo em algo aparentemente linear.

E isso me fez pensar na Pesquisa Científica e em seu papel de exploração e descoberta, procurando levantar questões e as respostas. E pensando nisso, chego ao meu Projeto de Pesquisa.

Antes de ingressar no Programa de Pós-Graduação fiz alguns rascunhos de pré-projeto baseados em conhecimentos já adquiridos na disciplina de Metodologia da Pesquisa na graduação, mas que ainda eram superficiais para um nível de Mestrado. Mas esse primeiro contato numa fase anterior tornou a assimilação dos conteúdos mais produtiva.

E agora no Mestrado a disciplina de Metodologia da Pesquisa em Informação contribuiu enormemente para o aprimoramento do Projeto de Pesquisa, nos fundamentos trazidos pela Marconi e pela Lakatos e tantos outros autores. A adoção de Abordagem, Procedimentos e técnicas ajudou a organizar as idéias do ‘como’ fazer, sem que haja confusões e ambigüidades.
Desde que submeti o Projeto ao Programa do ICI já se passaram cinco versões do trabalho, agora caminhando para a sexta revisão. E isso foi muito proveitoso, as aulas de Metodologia me despertaram muitos ‘porquês’, O porquê do fazer científico, o porquê de conceitos tão divergentes entres autores, etc.

A escolha dos objetivos foi o que mais me deu trabalho, estabelecer um recorte do que se quer estudar objetivamente e apontar como será feito. Conciliar o que é aprendido em sala com as sugestões do orientador. Tudo isso é um exercício de construção do conhecimento científico e uma primeira interação entre futuros pares. O problema e a problemática foram revistos em função das mudanças nos objetivos, o referencial teórico foi mais burilado refletindo nas referências.

Enfim todo o Projeto de Pesquisa foi posto de ponta-cabeça, reescrito, retornado a versão anterior, novamente reescrito, adaptado, cortado e acrescido de conteúdo.
E sem dúvida a maior contribuição da disciplina de Metodologia Científica é o despertar do senso crítico e da capacidade analítica e sintética do pesquisador iniciante; contribuição também muito relacionada a aprendizagem, pois, a Metodologia da Pesquisa em Informação visa em sua essência o fenômeno construtivo do conhecimento, e não apresentar regras rígidas, normas, e receitas de bolo. A formação do pesquisador iniciante é um processo, assim como a construção do conhecimento científico (ou será do saber científico?)

O que mais gerou expectativa na disciplina foram as Abordagens, pois trazem um olhar mais filosófico para o fazer científico, e não tão pragmático. Essa expectativa foi aumenta quando vi mais claramente como a mesma pesquisa pode chegar a resultados completamente distintos com o uso de uma ou outra Abordagem. Os resultados que um Indutivista chegará será bem diferente do resultado de um Hipotético-Dedutivo olhando sobre um mesmo Tema e Problema. E isso traz uma grande responsabilidade para o pesquisador iniciante, para que este não obtenha e divulgue com valor de verdade fatos e descobertas que não condizem com o real.
Por fim, mesmo tendo participado de Iniciação Científica, Grupos de Pesquisa, publicado artigos e apresentado trabalhos, essa disciplina é essencial, embora necessitasse de uma carga horária maior (o que também defendi durante a graduação) e na Pós a carga horária foi ainda menor.

Lembro que achei muito proveitoso durante a graduação apresentar nosso Projeto de Pesquisa para que os colegas vissem e fizessem sugestões (os bilhetinhos que ainda guardo e que muito me ajudaram). E que se tornou a primeira crítica entre pares.