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Wireframe, qu’est-ce que c’est?

20 de setembro de 2011 1 comentário

Por Design in a Box

Wireframes, no caso de web design, são desenhos simplificados que representam elementos de uma página web, interface, etc.

Você pode poupar um monte de tempo e trabalho criando wireframes bem simples antes de designs mais complexos. Outro fator importante é que você mantém seu cliente focado no que interessa, o layout, e não em detalhes como cores, tipos e outros elementos de design. Ou seja, é a maneira mais fácil e rápida de identificar as necessidades do seu cliente, poupando retrabalho.

Wireframe

Wireframe

Acima temos dois exemplos de wireframe. Se me perguntarem qual o melhor deles? Responderia: “O que explica mais com menos esforço”. Não importa se feito no computador ou num pedaço de guardanapo (por favor, não apresente guardanapos para seu cliente e fale que O Design in a Box que aconselhou), ele precisa dar o recado e NÃO dar trabalho para ser feito. O trabalho deve ser pensando como o usuário pode se beneficiar com isso, não criando wires bonitinhos.

 

Dois cenários. Qual o seu caso?

O primeiro cenário é o de grandes agências, onde temos a figura importantíssima do Arquiteto de Informação [Recomendo ler este artigo sobre Arquitetura de Informação no Wikipedia], que tem a missão de preparar de pensar na navegabilidade e experiência do usuário, e gerar um wireframe para que Diretores de Arte e designers possam ter um rumo na hora da criação.

Nesse caso, tenha em mente que você tem um parceiro valioso para fazer melhor seu trabalho e dai sim você poderá gastar um dia inteiro enfeitando aquele botãozinho lá no final do layout que ninguém vai dar importância, enquanto seu parceiro pensa na usabilidade toda da coisa.

O segundo caso é o de agências pequenas e de freelas que tem orçamentos mais modestos e que normalmente correm desesperadamente para finalizar o primeiro layout para mostrar serviço para o cliente. Este é o cara que vai depois reclamar que todo cliente não vale nada, que sempre muda tudo e que fez você varar a noite em claro a toa já que vai ter que refazer tudo.

Não se iluda, faça um wireframe antes. Veja referências, pesquise os concorrentes, veja o que eles tem de bom e de ruim. Informe-se sobre usabilidade e navegabilidade. Temos o Google ai para isso. Gaste um período criando seu wireframe e tenha menos dor de cabeça depois.

 

Wireframe maldito! wireframe maldito!

Para muitos designers, basta ouvir a palavra wireframe para torcer o nariz.
Muitos acham que o wire “amarra” o layout e que tira toda sua liberdade criativa.
Há caso em que de fato o layout precisa ser do jeito que deve ser.
Mas há vezes em que ele é um guia, mas temos uma certa liberdade de alterá-lo na hora de criar uma interface.

Converse com sua equipe e veja em qual caso você está trabalhando.

 

O pena vence a espada. As ferramentas mais poderosas.

Wireframes

Vou falar de novo uma palavra importante: rapidez. Para mim, não há ferramenta melhor do que um bom papel A4 e um lápis. É lápis, prefiro lápis que caneta.

No caso do seu cliente ser interno, por exemplo, um Diretor de Criação, ou até mesmo um atendimento, você pode e deve conversar sobre a possibilidade de apresentar as idéias no bom e velho papel e caneta. Isso pode sanar um monte de dúvidas. Uma frase importante, que ouvi do meu mestre de artes, Zibgniew Campioni foi:

“Você prefere que te apresente um layout pronto, ou que te apresente uma dúzia de idéias?”

O que vale no primeiro momento, acredite, são as grandes idéias.

 

Ferramentas digitais que vão te auxiliar.

Wireframes

OK. Não teve jeito e você precisa fazer um wire mais “bonitinho” para já, agora.
Quando isso acontece, recorro as ferramentas que conheço. Não há tempo para aquela famosa curva de aprendizado.

Nesses momentos difíceis, recorro ao Illustrator. Você poderia utilizar o Photoshop, Fireworks, ou qualquer outro software que seja familiarizado. Minha opção pelo Illustrator é pela facilidade de edição, e de troca de símbolos no stage, além de haver uma série de bibliotecas para criação de wireframes que são vetoriais e feitas sobre medida para este software.

 

 

UX EDUCATION em Salvador

15 de setembro de 2011 Deixe um comentário
Allgures UX Education é um espaço em Salvador, voltado para o aperfeiçoamento de profissionais da área de design, comunicação e TI com ênfase nas competências para o desenvolvimento de projetos que relevem a experiência do usuário (user experience-UX).

Focada na visão do desenvolvimento de produtos e serviços centrados na pessoa, a Allgures UX Education começa suas atividades com um Curso Introdutório ao Design de Interação.

Para mais informações, acesso http://www.allgures.com/auxe e se inscreva em uma das primeiras turmas.

Coisas que o usuários não falam sobre o seu site

14 de setembro de 2011 Deixe um comentário

Por DesignBlog

coisas-que-seus-clientes-nao-falam-sobre-seu-site

  • Se esse botão fosse maior, eu compraria o produto.
  • Mas é claro, vou dar acesso total ao meu Facebook sem conhecer o aplicativo!
  • Wow! Esse logo realmente é grande. Agora sim vou lembrar deste site!
  • Esse site usa CSS3. Isto só pode significar que o site é ótimo.
  • Esse site deve ser seguro: eles tem um ícone de cadeado na área de pagamento.
  • Não consigo encontrar o botão para deletar minha conta. Então acho que vou ficar com a minha conta.
  • Ufa! O link abriu em uma nova janela. Agora vou lembrar como voltar ao site.
  • Adoro o fato que tenho que escolher um usuário e senha mesmo depois de logar com o OpenID. A conveniência é incrível!
  • Esse artigo com 15 páginas me ajudou a evitar de ficar perdido no meio de tanto texto. Obrigado!
  • Nossa! Um site que toca música quando entro nele sem me avisar. Ainda bem que eu estava com o fone de ouvido no volume máximo! Oh yeah!
  • Sabe o que é divertido? Um hotsite que consome todo o processamento do meu computador.
  • Wow! Um banner que aparece bem no meio do conteúdo, dificultando minha leitora. Amei!
  • Que legal: um teste de personalidade que já aproveita e manda DM para todos os meus amigos no Twitter!
  • Essa é uma empresa preocupada com mídias sociais: eles até tem Twitter para fazer publicidade e ainda ignoram os outros usuários. Genial!
  • Adorei a idéia de eu ter que ver um vídeo de 15 minutos para saber algo que um texto me diria em 30 segundos. Muito melhor!
  • Preciso me registrar em um formulário que contem 30 perguntas apenas para ver o seu conteúdo! É pra já!

Que outras coisas você não imagina o usuário falando? Comente!

Sanfoneiro – Tema Top Gear Stop Motion

2 de fevereiro de 2011 Deixe um comentário

Um sanfoneiro bem inusitado toca uma música impossível. Esse é Gutemberg Silveira o Gutinho decidiu pegar a sanfona e turbinar os dedos nesse vídeo em Stop Motion com um tema clássico dos vídeo games. site: http://www.gutembergsilveira.com.br Twitter http://twitter.com/gutinhobrasil Facebook http://www.facebook.com/profile.php?id=1635787945 contato@gutembergsilveira.com.br

Mais de 48 horas de edição de vídeo e 6000 takes

Youtube em Stop Motion

2 de fevereiro de 2011 Deixe um comentário

Social Media Revolution 2 – A Revolução das Mídias Sociais

27 de dezembro de 2010 Deixe um comentário

Este vídeo mostra estatísticas sobre como as redes sociais estão mudando a maneira como vivemos e fazemos negócios. É impressionante a quantidade de pessoas que está imersa neste novo formato de mídia e como elas interagem entre si, influenciando-se e conectado-se

Panorama da Internet no Brasil em 2010

27 de dezembro de 2010 1 comentário

Hoje vou compartilhar com vocês um infográfico que foi elaborado pelo oJornalista. Esse infográfico contém informações sobre o uso da internet no Brasil no ano de 2010 com base no Censo 2010, em uma pesquisa da F/Nazca e em dados do Ibope Net Ratings.

UX Cake

15 de dezembro de 2010 Deixe um comentário

Frustração catalogável

4 de outubro de 2010 Deixe um comentário

Publicado em setembro 28, 2010 por Fabricio Teixeira

A caixa de buscas do Google é um universo à parte no que tange ao comportamento do usuário. Há algum tempo ela deixou de ser apenas um campo texto e passou a representar o ponto de partida de grande parte das tarefas realizadas na web. Com o tempo, passou a corrigir erros ortográficos, sugerir buscas relacionadas e – com o recente Google Instant – inclusive prever o que você está digitando.

Ainda assim, a busca do Google não está isenta de causar frustração nos usuários.

Agora imagine um mecanismo de busca que detecte essa frustação em tempo real e já sugira uma solução para o problema. É isso que o time de User Experience do Google vem tentando fazer e compartilha em seu blog.

“We gave users search tasks, some of which we knew to be difficult. The first couple of searches always looked pretty much the same independent of task difficulty: users formulated a query, quickly scanned the results and either clicked on a result or refined the query. However, after a couple of unsuccessful searches, we started noticing interesting changes in behavior. In addition to many of them sighing or starting to bite their nails, users sometimes started to type their searches as natural language questions, they sometimes spent a very long time simply staring at the results page, and they sometimes completely changed their approach to the task.”

Segundo o Google, além de mudanças faciais e corporais nos usuários que estão com dificuldades, ocorrem mudanças também na navegação.

“…those signals were: use of question queries, use of advanced operators, spending more time on the search results page, formulating the longest query in the middle of the session, and spending a larger proportion of the time on the search results page.”

Esses são os primeiros sinais de que sim, é possível que, no futuro, o computador identifique que o usuário está tendo dificuldades. É como se a frustração pudesse ser “catalogada” e identificada por uma inteligência artificial.

Sabemos que esse tipo de pesquisa monitorada (ou teste de usabilidade) é fundamental para que uma empresa tente entender melhor como as pessoas se comportam ao utilizar determinado serviço. Mas para o Google esse tipo de resultado deve ter um sabor especial.

Afinal, como ser inovador em um serviço que já está bem estabelecido e que as pessoas já sabem utilizar? Como evoluir a busca, que já é um processo tão simples, sem torná-lo complicado demais?

Não tem momento melhor para extrair esses insights do que ao observar pessoas.

Relação de Bibliotecas Virtuais

12 de julho de 2010 Deixe um comentário

Socializando informação.

Pra quem se interessar, segue um link com a relação de bibliotecas virtuais
do Brasil todo:

http://www.cg.org.br/gt/gtbv/alfabetica.htm

Também segue o link de uma construção colaborativa de um portal de
informações sobre as Bibliotecas seus serviços, baseado em ferramentas
sociais da Internet:

http://www.rabci.org/bibliotecas/map/node