Celulares mais inteligentes, conheça o Nokia Situations
O labs da Nokia anunciou os experimentos com um aplicativo chamado “Nokia Situations“.
A ideia é que o celular se adapte automaticamente a vários contextos.
Ele se adeque à situação em que você está.
Por exemplo, perceba que você está dormindo e automáticamente desative várias funções. Ou ainda que você está numa reunião e mude o ringtone.
Tudo isso se daria por meio de informações ao seu redor ou não, como localização, tempo, dia da semana, eventos em sua agenda, além do tipo de conexão usada (Wi-Fi, 3G).
É um pouco a ideia de adicionar “inteligência” aos dispositivos.
Ou de “conteúdo inteligente“, que, na área de consumo de informação, funcionaria da seguinte forma. Um site de notícias detectaria que eu estou em trânsito e destacaria mais notícias sobre tráfego e, quem sabe, ditar as notícias, já que estou com as mãos no volante e não posso ler.
Enfim, os dispositivos e os conteúdos se adaptariam automaticamente a certos contextos.
Procrastinação ou “a arte de deixar para amanhã”
Via Gestão do Tempo
Procrastinação ou “a arte de deixar para amanhã” é algo corriqueiro e que atrapalha (muito!) o nosso dia-a-dia, à medida que tudo se acumula. Um grande problema para a organização, gestão do tempo e produtividade.
Nesse artigo procuro passar o que eu já vi e vivi sobre o assunto, completo com dicas que funcionaram para mim e para colegas que conseguiram vencer ou ao menos diminuir esse mau hábito.
O que é a procrastinação (e por que ela incomoda)
Assim como a GTD é “A arte de fazer acontecer”, procrastinar é “a arte de deixar para amanhã”. Quantas vezes não adiamos o que temos a fazer? Por que é tão difícil seguir o que diz o ditado “não deixe para amanhã o que pode fazer hoje”?
O fato é que procrastinar é adiar algo que, em um futuro próximo, irá se tornar uma urgência. Esse “algo” precisará ser feito com menor planejamento, maior pressão e muitas vezes fora do horário em que deveria ser feito. Isso explica em parte as jornadas de trabalho estendidas no escritório ou em casa. Explica também porque temos que fazer coisas pessoais no horário do trabalho ou da aula.
Além de tudo, a procrastinação atrapalha demais a gestão de tempo, uma vez que a lista de “próximas ações” vai ficando grande, a ponto de causar desmotivação e começar a mostrar desconforto, ansiedade e descontrole.
A Wikipedia tem uma definição execelente:
Procrastinação é o diferimento ou adiamento de uma ação. Para a pessoa que está procrastinando, isso resulta em estresse, sensação de culpa, perda de produtividade e vergonha em relação aos outros, por não cumprir com suas responsabilidades e compromissos.
Adiar é o mesmo que procrastinar?
Confesso: a imagem que ilustra esse artigo é mera provocação.
Adiar pode (mas não deve) ser procrastinação.
Você pode adiar um projeto, você pode adiar uma tarefa porque está muito sobrecarregado, ela não faz parte de suas prioridades e há como cumprí-la mais tarde sem correr riscos.
Procrastinar é quando você adia algo que poderia fazer hoje, evitando cumprir o que você precisa fazer. O próximo ítem explica melhor…
O que leva a procrastinar
O procrastinador crônico, aquele que sempre adia e nunca entrega, sempre tem desculpas para se explicar.
Pensando mais a fundo, podemos chegar em uma lista de “grandes motivos”. Eles estão abaixo. No item seguinte estão dicas de como vencê-los:
- Excesso de confiança ou otimismo: é a vulgar “síndrome do estudante”. O sujeito se convence de que consegue fazer a tarefa muito mais rápido do que o tempo que lhe foi delegado. Se tem 5 dias de prazo, ele começará a fazer na véspera ou, pior ainda, no dia da entrega;
- Dificuldades, como tarefas longas, tarefas complexas ou falta de conhecimento;
- Perfeccionismo: a vontade de fazer tudo com perfeição acaba levando o sujeito a procrastinar. É isso que normalmente acontece quando alguém diz “-Só vou começar quando eu souber tudo sobre X” ou “-Estou procurando a melhor ferramenta para Y”. Já vi muita gente dizer que não fala Inglês porque “via se matricular no semestre que vem em um curso” ou que não usa a GTD “porque está procurando a melhor ferramenta”;
- Hostilidade: quando não gostamos do tema, quando não gostamos da pessoa que nos pediu ou mesmo casos de vitimização (“eu estou sempre ocupado”) ou pura preguiça, costumamos procrastinar.
Dicas para evitar a procrastinação e ser mais efetivo
Aqui vão algumas dicas que me ajudam a não procrastinar e que já vi ajudarem outros colegas que me traziam o problema e contaram como resolveram:
- Tenha objetivos e metas: muita gente fica à deriva, levados pela maré. Qual o seu objetivo? Aumento? Reconhecimento? Promoção? Tapa das costas? Ter mais tempo livre? Buque sempre a sua motivação, ela levará você ao seu objetivo e é uma arma poderosa para evitar a procrastinação. Eu costumo deixar à mão uma imagem de algo que quero comprar ou que quero alcançar. Sempre que perco o foco, esse estímulo me faz retomá-lo;
- Antes de exceder, procure concluir. Por incrível que pareça, muitas vezes atrasamos ou entregamos pela metade porque nos esforçamos muito mais em entregar algo perfeito, esquecendo-se dos prazos e do que deve ser realmente feito. O ideal é fazer o contrário: primeiro se tenta acabar (mas acabar bem-feito, com qualidade, no prazo e cobrindo o que era esperado) para depois, se sobrar tempo, aprimorar a entrega. Já vi muita gente que não consegue terminar uma apresentação porque perdeu tempo escolhendo o template mais bonito e as animações mais interessantes, mas esqueceu de fazer o conteúdo inteiro;
- Planeje hoje o que você fará amanhã. Comece o dia com uma lista do que deve fazer hoje (recomendações aqui e aqui). Termine o dia vendo o que não pôde ser feito hoje e planeje o que você fará amanhã. Alinhe as tarefas com seus objetivos e metas. Atente-se aos prazos. Costumo fazer um planejamento diário e já ver se algo pode sair do planejado, tentando me preparar para resolver logo. Algo que é importante no planejamento é deixar algum tempo para imprevistos – como atividades urgentes que aparecem por motivos de força maior;
- Dividir para conquistar: tarefas grandes e complexas podem ser “quebradas” em tarefas menores e mais fáceis. “Escrever uma proposta comercial” pode ser complexo, mas pode ser “quebrado” em “apresentar a empresa”, “escrever o problema a resolver”, “escrever a solução proposta” e “custos e cronograma”. Se ainda não ficou fácil, você pode quebrar em tarefas ainda menores;
- Foco e tomates: quando estiver executando algo, procure marcar um tempo onde você ficará focado. Com isso você consegue afastar as distrações, “adiando-as” para logo que o prazo que você estipulou terminar (sim, existe procrastinação positiva, mas são exceções!). Há uma técnica chamada “Five Minutes Focus” que prega que você deve ficar focado por 5 minutos. Eu já prefiro a Pomodoro Technique (já escrevi sobre, aqui), a técnica permite que você varie o tempo que dedica. Costumo usar intervalos de 20 minutos ao invés dos 25 “originais”.
Leitura recomendada
O site australiano Learning Fundamentals tem um workshop interessante chamado Procastination Buster. No site eles divulgam um mapa mental interessante e que é perfeitamente adaptável à vida profissional (ele foi escrito para estudantes). Aqui.
O blog do Christian Barbosa, o guru brasileiro que me fez conhecer a arte de gestão de tempo, tem um artigo contundente, “Quem Quer Faz. Quem não quer arruma uma desculpa.”. Aqui.
Há um artigo interessante da California Polytechnic State University. Um pouco longo, mas com boas dicas. Aqui.
O blog de Scott H Young, autor de livros sobre produtividade e efetividade, tem dois posts interessantes. Aqui.
O artigo da Wikipedia citado no início do artigo pode ser acessado aqui.
Existe até piada sobre o tema. O blog de Ehdom, um estudante norte-americano, tem um fluxograma de procrastinação (procastination flowchart) para “orientar” quem se interessa aqui.
Na mídia: Bibliotecário Virtual em Entrevista na Revista 3Mais
Com o intuito de dar visibilidade para projetos na área de Biblioteconomia na Revista 3Mais, trabalhos acadêmicos, artigos e sites, eles divulgaram o Bibliotecário Virtual,
A 3Mais é uma revista colaborativa, e pela oportunidade, eles realizaram uma entrevista para saberem mais sobre este projeto
O tema desse Mês é Planejamento: Ação para Transformar a Realidade
Dia do Livro
Dia do Livro: amanhã (uma homenagem a Clarice Lispector)
Remando conta a maré
Por Gilda Queiroz
Sempre tive implicância com as multas em bibliotecas. Todos argumentam que elas são universais, ou pelo menos que existem em todo o mundo ocidental. É, pode ser, mas trazem às bibliotecas estigma de intransigência. E o que multas por atraso de entrega de material têm a ver com marketing? Tem tudo a ver, porque a criação de alternativas para atender aos desejos do cliente é parte integrante do marketing. Tem a ver, também, porque as multas são o principal fator de desagrado gerado por bibliotecas em seu público, o que afeta negativamente nossa imagem como coletivo. E imagem também é objeto do estudo de marketing.
Tive uma experiência de poucos anos em trabalho em bibliotecas. Onde atuei não havia multas e nunca tive problemas de devolução de livros. Então me vêm em seguida com o argumento de que meu público era especial, porque a biblioteca era fechada aos empregados da indústria, que eles passavam por revista na portaria e tinham que dar conta do que estivessem devendo, antes de seu desligamento da empresa. Estes fatores podem ter sido fatores inibidores de desvio de material, mas a verdade é que nunca ninguém foi surpreendido com livros levados indevidamente. Prefiro creditar o alto índice de adesão à flexibilidade do sistema de empréstimos existente. Olhando retrospectivamente, vejo alguns aspectos que embora não tenham sido implantados intencionalmente, levaram aos bons resultados:
- o usuário dizia quanto tempo queria ficar com o livro – duas semanas, dois meses, o que fosse;
- havia “empréstimo permanente” para alguns itens de interesse de um só setor;
- o conteúdo da cobrança era amigável.
- as cobranças só eram efetuadas depois de passado muito tempo do prazo de entrega;
Em consequencia deste último ítem, especialmente, o baixo esforço despendido em renovações e cobranças era um subproduto valioso desta forma de trabalhar. Ficava mais fácil lidar apenas com desvios, com pontos fora da curva.
Como em qualquer outra atividade humana, acaba-se observando um comportamento padrão para o conjunto dos usuários. Os atrasos se concentram, naturalmente, em volta de determinados períodos, seja qual for o número de dias que se estabeleça como prazo de devolução. E, porque o sistema oferecido era tão tolerante, nunca vi uma cara feia, nunca ouvi comentários desagradáveis de quem recebia cobranças.
Voltando então à questão de criação de ofertas de acordo com os desejos do cliente. Por que ter as mesmas regras draconianas para todos os usuários e para todos os livros, vídeos, DVDs da biblioteca? Por que não criar alternativas para o cliente segundo seu comportamento e, por outro lado, alternativas para o material segundo seu nível de demanda?
Queiram ou não queiram, as bibliotecas estão submetidas às tendências gerais de mercado, que oferecem cada vez mais soluções individualizadas. Empresas de telefonia móvel, de seguros, bancos, enfim todos que atuam no setor de serviços há muito tempo oferecem opções variadas a cada segmento – por exemplo, clientes que concentram todos os seus investimentos no banco, aposentados, mulheres que dirigem com prudência. Nas bibliotecas também podíamos pensar em algo assim, não acham?
Claro, quase todas as bibliotecas já emprestam,no fim de semana, o material de referência ou os livros para consulta local– mas aí, em geral, termina a flexibilidade. Por que não estabelecer a priori uma regra que possibilite prazos maiores de empréstimo para material com demanda menor? Se um livro não foi emprestado por meses, pode sair também por meses. Se antes do prazo de vencimento houver procura, faz-se a reserva e pede-se a devolução. Olhem de que desgaste não se poupa a equipe, que do contrário tem de fazer renovação atrás de renovação!
Leia mais…
[PG&C] Publicação de número especial sobre Arquitetura da Informação
PessoALL, estou divulgando a mensagem que recebi
Prezados(as),
Perspectivas em Gestão & Conhecimento (PG&C) acaba de publicar seu número
especial dedicado à temática Arquitetura da Informação.
URL: http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/issue/current
Convidamos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e itens
de interesse.
Agradecemos, desde já, pela atenção e colaboração na divulgação
desta mensagem.
Os Editores
Jorge de Oliveira Gomes e Luciana Ferreira da Costa
Perspectivas em Gestão & Conhecimento (PG&C)
Universidade Federal da Paraíba
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[Atualizado] IxDA – Reunião de Kick Off para Projeto de Pesquisa
Nesta terça feira (18/11) , acontecerá a reunião de KickOff do projeto de pesquisa anual 2010/2011 que será realizada pelo capítulo do IxDA em Salvador, sobre a visão e a aplicação das práticas do design de interação como elemento do projeto de experiência do usuário.
Intentamos uma sondagem que agranja o mercado, a academia e os profissionais formados, e em formação.
Esta é apenas uma das iniciativas deste capítulo para os próximos meses.
Agradecemos desde já aos que se disponibilizaram a fazer parte da equipe de trabalho, e às pessoas, empresas e instituição que estão apoiando esta iniciativa que temos como fundamental para o mercado e para a academia.
Você que ainda não está participando, ainda dá tempo.
Envie um e-mail para ixdassa@gmail.com, ou apareça lá!
Aguardamos vocês lá!







