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Leitura ao ar livre: biblioteca de São Paulo leva acervo infantil e contações para dois parques da cidade

Por Maurício Amormino Jr.

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Não conhecia até então e achei muito legal o projeto Domingo nos Parques da Biblioteca de São Paulo. A instituição leva programações que estimulam a leitura para os Parques da Juventude e Villa-Lobos,sempre aos domingos.

Neste dia 22, o programa inclui o Bebelê, uma atividade voltada a bebês de 6 meses a crianças de 3 anos, que estimula os primeiros contatos com os livros e que acontece das 11h30 às 12h15, no Parque da Juventude. O acervo de livros voltados para a primeiríssima infância é levado em baús e ficam à disposição dos pequenos “leitores”. Monitores tratam de apresentar o material e facilitar o manuseio.

Já a partir das 12h30, o local é palco de contações de histórias, agora para os maiores, até às 15h30. As atividades acontecem em tendas instaladas no parque, ao lado do prédio da biblioteca. Tapumes de EVA e pufes tratam de deixar o público mais confortável para ouvir as narrativas.

No Villa Lobos, o clima é de “esquenta” enquanto o novíssimo prédio da Biblioteca de São Paulo ainda não é inaugurado (a previsão é que o espaço, que contará com uma “bebeteca” e uma “gibiteca”, seja aberto ao público até o fim do ano).

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Uma verdadeira maratona de contações acontece das 9h às 17h, conduzida pela dupla Lili Flor e Paulo Pixu, que se reveza e utiliza instrumentos de apoio, como violão. Além deles, monitores da biblioteca intermediam a interação do público infantil com o acervo de livros disponibilizado em baús. No parque da zona Oeste, as tendas são instaladas ao lado do orquidário Ruth Cardoso.

[Livro] Arquivologia, biblioteconomia, museologia e ciência da informação: o diálogo possível

Mais um lançamento da Editora Briquet de Lemos:

Livro Arquivologia, biblioteconomia, museologia e ciência da informação: o diálogo possível

(Clique para ampliar)

ARQUIVOLOGIA, BIBLIOTECONOMIA, MUSEOLOGIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO: O DIÁLOGO POSSÍVEL

 

Carlos Alberto Ávila Araújo

Brasília, DF : Briquet de Lemos / Livros / São Paulo : Associação Brasileira de Profissionais da Informação (ABRAINFO), 2014.

ISBN 978-85-85637-54-5

“Na trajetória histórica do conhecimento humano, áreas surgem e outras perecem, atendendo a necessidades, preocupações, interesses, imposições, questionamentos, dominação, etc. A arquivologia, a biblioteconomia, a museologia e a ciência da informação são abordadas, neste livro de Carlos Alberto Ávila Araújo, tanto em seus aspectos históricos, como na síntese das correntes e modos de explicá-las e entendê-las.

Trabalhando no espaço das discussões apresentadas acima, o autor enfatiza a importância do diálogo entre as áreas, refutando qualquer entendimento de dominação de uma por outra. Os objetos ou os núcleos do objeto não impedem a relação. Ao contrário, exigem a troca, o diálogo. As áreas de interesse do livro precisam uma das outras. A existência isolada pode até ser possível, mas acarretando empobrecimento teórico e prático; um olhar apenas para o próprio âmago, alijando-se do mundo, dos homens e das outras ciências; um não pertencimento ao universo do conhecimento humano.

Este livro enquadra-se entre os que propõem algo novo. O novo é o questionamento, o desnudar dos conflitos, a apresentação dos antagonismos. O novo exige um repensar; transforma o conhecimento e o reorganiza, o reestrutura.

O desejo de qualquer autor é retirar o leitor da passividade das certezas, é criar dúvidas, é transformar as posições apresentadas em questionamentos. Texto bom, para mim, é aquele que gera conflitos no leitor, conflitos que exigem um novo olhar em nossas sedimentadas verdades. O livro de Carlos Alberto Ávila Araújo é um exemplo desse tipo de texto.” (Do prefácio de Oswaldo Francisco de Almeida Júnior.)

Carlos Alberto Ávila Araújo possui doutorado em ciência da informação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UGMG) (2005) e pós-doutorado pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (2011). É professor da Escola de Ciência da Informação da UFMG.

Sumário

Prefácio vii
Apresentação xi
Introdução
1 Objetivos e estrutura do livro 5
Capítulo 1. Arquivologia, biblioteconomia e museologia: traços históricos e teóricos comuns 10
1. A consolidação de um modelo 10
2. A superação do modelo 17
2.1 A perspectiva funcionalista 19
2.1.1 Pensamento funcionalista na arquivologia 21
2.1.2 Pensamento funcionalista na biblioteconomia 28
2.1.3 Pensamento funcionalista na museologia 34
2.1.4 Síntese das teorias funcionalistas 41
2.2 A perspectiva crítica 42
2.2.1 Pensamento crítico na arquivologia 45
2.2.2 Pensamento crítico na biblioteconomia 48
2.2.3 Pensamento crítico na museologia 51
2.2.4 Síntese das teorias críticas 56
2.3 O estudos sobre os sujeitos 56
2.3.1 Estudos de usuários na arquivologia 58
2.3.2 Estudos de usuários na biblioteconomia 61
2.3.3 Estudos de público na museologia 66
2.3.4 Síntese das teorias sobre os sujeitos 72
2.4 Estudos sobre representação 73
2.4.1 Estudos sobre representação na arquivologia 73
2.4.2 Estudos sobre representação na biblioteconomia 76
2.4.3 Estudos sobre representação na museologia 80
2.4.4 Síntese das teorias sobre representação 83
3. Perspectivas contemporâneas 84
3.1 Perspectivas contemporâneas em arquivologia 85
3.2 Perspectivas contemporâneas em biblioteconomia 87
3.3 Perspectivas contemporâneas em museologia 91
3.4 Síntese das perspectivas contemporâneas 96
Capítulo 2. Ciência da informação: origem e evolução 99
1. O surgimento e a consolidação nos anos 1960 99
1.1 Da bibliografia à documentação 99
1.2 O espaço institucional da biblioteconomia 102
1.3 Os primeiros ‘cientistas da informação’ 104
1.4 As tecnologias e o conceito de informação 107
1.5 A fundamentação: teoria matemática 108
1.6 A consolidação de uma área 110
2. A ciência da informação em outros contextos 112
2.1 As ciencias de la documentación: a experiência espanhola 112
2.2 Sciences de l’information et de la communication: o fenômeno infocomunicacional 114
2.3 Os information studies canadenses 117
3. Caracterizações da ciência da informação 118
4. Teorias e subáreas da ciência da informação 123
4.1 O estudo dos fluxos de informação científica 123
4.2 Representação e recuperação da informação 126
4.3 Os estudos de usuários da informação 129
4.4 A gestão da informação e do conhecimento 132
4.5 Economia política da informação 135
4.6 Estudos métricos da informação 137
5. O conceito de informação: três modelos 139
5.1 Diferentes sistematizações do conceito de informação 139
5.2 Três conceitos de informação 141
5.3 Síntese: conceitos de informação nas subáreas de pesquisa 146
Capítulo 3. A proposta de aproximação entre as áreas 152
Considerações finais 163
Referências 168
Índice 191

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Software gratuito auxilia na fomatação de trabalhos acadêmicos

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Além da alta qualidade  argumentativa e pesquisa refinada necessárias para a fundamentação do trabalho acadêmico, seja ele um artigo, monografia, dissertação ou tese, há outra exigência bem específica: a formatação nos padrões da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e algumas variantes como Vancouver ou APA (nas referências para as áreas de saúde e psicologia respectivamente)

.Sem uma certa habilidade e treino levasse muito tempo e pesquisa  para conseguir deixar todo o material dentro das normas – e nesses casos tempo é o que mais falta, nem sempre é possível ter o suporte de um bibliotecário para auxiliar ou normalizar o trabalho devido a grande demanda.

O “Monografando” é uma ferramenta que permite ao usuário escrever seu trabalho enquanto o mesmo é editado já dentro das normas de formatação. Disponível para download gratuito, o software apresenta interface simples, no estilo formulário, na qual basta preencher os campos requeridos – como nome dos integrantes do gripo, do orientador, capítulos e palavras-chave – e então terminar a montagem básica do trabalho. Depois basta completá-lo com o conteúdo.

A normalização nos moldes da ABNT é muito importante para a padronização das publicações e comunicação científica e precisa sim ser feita, mas, não quer dizer que o processo necessite ser árido e massante.

É importante que o usuário da ferramenta confira sempre o site da ABNT e a documentação do sistema para saber se o mesmo se encontra atualizado.

Já utilizou? que tal contar para o pessoal aqui como foi a experiência 😉

 

Importancia da arquitetura de informação para as empresas

 O século XXI está marcado pelo aumento explosivo de dados e/ou informações em todos os setores, motivado pela democracia da informação, provocando assim, mudanças profundas nos modelos de gestão das organizações, nos perfis profissionais e também nos usuários da informação. Ao mesmo tempo em que somos consumidores de informação, também a produzimos e estamos em constante processo de transformar dados em conhecimento.

Neste contexto surge para o bibliotecário, o campo da Arquitetura de Informação na Web, porém, organizar e tornar a informação utilitária e com valor agregado em meio ao caos não é tarefa fácil.  Por isso, muitos desafios se apresentam para bibliotecários, arquivistas, cientistas da informação, arquitetos de informação e profissionais de TI que dedicam vários anos de suas vidas para que a massa informacional seja filtrada, mapeada, modelada e destinada ao cliente/usuário certo.

O campo da informação, a força do desenvolvimento tecnológico acelerado gerou um fato novo: o aumento da valorização da informação como produto, que não se esgota por ser compartilhado, não diminui a sua reserva de valor ao ser distribuído, e tanto enriquece a quem recebe como a quem distribui. Produto cujo efeito multiplicador, à medida que é distribuído, magnifica o seu próprio valor. Porém, precisa ser continuamente reproduzido e compartilhado para manter a sua atualização e valor intrínseco no mercado de interesses. 

No entanto mesmo com a valorização crescente da informação, a Arquitetura de Informação ainda é pouco discutida nos meios acadêmicos.  Porém, ao longo dos anos, o interesse pelo assunto tem crescido bastante no Brasil, isso pode ser constatado até pela observação da principal lista de discussão em língua portuguesa sobre o tema. A  AIfIA-pt (http://iainstitute.org/pt/)

Essa importância pode ser observada nos requisitos para a construção das páginas na web, um projeto de criação de um site envolve diversas etapas cuidadosamente estruturadas para atingir o seu objetivo de levar a informação certa ao usuário que a busca. Entre as etapas do projeto web, há que se observar as seguintes: o levantamento dos requisitos, definição da arquitetura e critérios de usabilidade, mapeamento de fluxos informacionais, definição do vocabulário controlado e hierarquia de conteúdo, design centrado no usuário, layouts, montagem, webwriting e montagem de HTML, XML, CSS, Flash, banco de dados e entrega ao cliente.

um dos motivos para se utilizar Arquitetura de Informação vem do fato de que as informações normalmente encontram-se dispersas nas organizações, bem como no conteúdo disponibilizado nos web sites destas. Os autores ainda afirmam que a AI conduz os clientes/usuários ao local onde estão os dados, proporcionando assim um uso mais eficiente.  Uma má arquitetura de informação pode trazer grandes prejuízos às empresas. 27% das causas de insucesso das vendas de um web site de comércio eletrônico são porque o usuário simplesmente não conseguiu encontrar o  item que procurava.

Quando um cliente/usuário busca uma informação, produto ou serviço em um web site e não consegue ter sua necessidade atendida, simplesmente ele irá procurar em  outro – o que fatalmente será o do concorrente, e dificilmente retornará.

 Pode se estabelecer uma analogia quanto a AI em dois tipos de ambientes, onde seria mais fácil localizar uma palavra? Em um caça-palavras ou em um dicionário? E por quê?  A resposta é bem óbvia, é muito mais fácil localizar informações em um dicionário (ambiente estruturado e organizado baseado em critérios de busca), do que em dados dispersos.

O problema reside no fato de que muitas empresas possuem informações dispersas (não possuem um arquivo organizado, não possuem uma política de classificação e análise documental, nem guias e índices, nem acondicionamento correto dos documentos) E essa falta de controle sobre a documentação, processos e atividades acaba sendo refletido nos sites dessas empresas.

É importante organizar a informação e mapear os processos para se obter uma maior eficiência, no entanto com  os anos o que tenho percebido é que muitas empresas (de todos os portes) tendem a super valorizar a tecnologia em detrimento ao planejamento e controle da documentação e dos processos. Com isso muitos investimentos acabam não trazendo o retorno esperado. Neste sentido a arquitetura de informação enquanto metadisciplina responsável pela organização e mapeamento, descrição de informação pode contribuir bastante para o gerenciamento da informação nos sites e portais das empresas.

 

 

 

Aplicativos mobile em bibliotecas brasileiras

 

Tive uma rápida troca de emails com Jonas da UFRGS, que está fazendo uma pesquisa sobre dispositivos mobiles em bibliotecas brasileiras, e a conclusão que a gente chega não é muito boa: pouquíssimas experiências ainda no uso de apps.

Eu fiquei de investigar melhor e o meu chute é começar procurando o que as bibliotecas de universidades particulares estão oferecendo (Michelângelo, alguma novidade por aí?)

A única produção nacional que eu encontrei até agora foi um app da UCS no Google Play.

“Versão Beta do aplicativo para Android do Sistema de Bibliotecas da Universidade de Caxias do Sul.
Neste aplicativo é possível acessar:
– As atualizações do blog da biblioteca;
– Fotos (Flickr);
– Tutoriais em vídeo;
– Renovação de materiais.
Instale agora o primeiro aplicativo, disponível para Android, de uma biblioteca universitária brasileira.”

Jonas indicou a versão mobile do Portal Capes, que não é um aplicativo, mas já é um avanço o fato de ter uma versão móvel do site.

Falar de aplicativos em bibliotecas brasileiras pode parecer um completo absurdo para quem gosta de defender o discurso de que o país é muito grande e distinto e que tecnologias mobile não fazem parte da realidade da massa brasileira. Mas faz completo sentido se você considerar que todas as pessoas ativas economicamente possuem algum modelo de telefone celular (muitas sem conexão 3G ou 4G, embora a óbvia tendência seja de dominação do mercado em médio prazo) e que a maior parte dos universitários de instituições públicas ou privadas utilizam a biblioteca com aporte de seus aparatos tecnológicos (não é raro ver na biblioteca em que trabalho, por exemplo, alunos estudando nas mesas com seus ipads e iphones a tiracolo).

Preparar os catálogos para as versões mobile seria o primeiro desafio, acompanhado logo atrás da necessidade de criação de aplicativos para android e iOS.

Existem boas experiências que servem de modelo, muitas universidades americanas e européias, alguns aplicativos de bibliotecas nacionais e museus. É o tipo de coisa que dentro dos próximos anos vai exigir investimento e planejamento próprio, além da mão de obra especializada.

Das centenas de opções no itunes store e google play, eu gosto dos exemplos da rede de bibliotecas da Universidade de Salamanca

Livros famosos da Bayerischen Staatsbibliothek

British Library apps

 

Overdrive App

Existe também um infinidade de aplicativo que podem servir de serviços extras às bibliotecas. Caruso indicou o EasyBib, um aplicativo do ipad para criação automática de referências a partir do código de barras dos livros. Testamos com ISBN de livros brasileiros e deu certo.

tem tambéms as lindas versões mobile do WorldCatNorth Carolina State libraries e Duke.

Se vocês conhecem algum aplicativo ou versão mobile de biblioteca brasileira, indiquem que eu atualizo a lista.

em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.

 

Fonte: Bibliotecários Sem Fronteiras – Biblioteconomia Pop

29 de Outubro – Dia Nacional do Livro e das Bibliotecas

Homenagem do Bibliotecário Virtual

 

 

 

Você sabe por que comemoramos o dia Nacional do Livro no dia 29 de outubro? Por que foi nesse dia, em 1810, que a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para o Brasil, quando então foi fundada a Biblioteca Nacional e esta data escolhida para o DIA NACIONAL DO LIVRO.

O Brasil passou a editar livros a partir de 1808 quando D.João VI fundou a Imprensa Régia e o primeiro livro editado foi “MARÍLIA DE DIRCEU”, de Tomás Antônio Gonzaga.

Comemore também!
Comemore o dia do livro: lendo; presenteando com livro, ou, escrevendo uma frase nos envie comentários. Vamos divulgar!